quinta-feira, 5 de abril de 2012

GINÁSTICA FUNCIONAL

Terceira Idade de Mangaratiba agora conta com Ginástica Funcional!
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Com o objetivo de dar continuidade ao tratamento realizado pelas fisioterapeutas da Terceira Idade de Mangaratiba, os professores de educação física do Centro de Convivência de Muriqui criaram a Ginástica Funcional.
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A finalidade da nova modalidade é transformar o paciente em aluno e trabalhar individualmente a sua necessidade. Os casos mais frequentes são de disfunções neurológicas e cervicais. Segundo Douglas Machado, um dos professores, este trabalho pode ser considerado como uma manutenção.
- Muitos dos idosos que terminavam a fisioterapia voltavam para casa e os problemas retornavam. Com a ginástica funcional isso pode mudar - explicou ele.
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Durante a sessão, realizada duas vezes por semana, é trabalhado o fortalecimento e alongamento
muscular, além dos movimentos coordenados, equilíbrio e a auto-estima. Para a fisioterapeuta Rúbia Guimarães a ginástica surtiu efeito positivo em seus pacientes.
- Só de saírem do consultório e se exercitarem, como qualquer um, a auto-estima deles melhora
bastante. Um dos pontos mais importantes é a aceitação dos seus limites - afirmou a fisioterapeuta.
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Para Arli Alves de Mello, que sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral), a ginástica está sendo
maravilhosa.
- Tive uma melhora absurda nos meus movimentos. Faço coisas que duvidava fazer novamente. É um tratamento bem feito, o nosso professor tem um compromisso conosco e isso faz toda a diferença - disse ela.
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Segundo Bendito Pedro da Silva, de 71 anos, que também passou por um AVC, a melhora é nítida.
- Cheguei no centro carregado. Hoje me movimento, faço caminhada, e me cuido sozinho. Tive uma mudança de 100% em todos os sentidos da vida. Enquanto me deixarem ficar, não
arredo o pé do centro de convivência - ressaltou o idoso.
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Valdeci do Amaral, que passou por uma inflamação no cerebelo, acredita que com a ginástica tudo mudou.
- Uma pessoa que convive com limitações adquiridas de uma doença, tem que aprender a superar este obstáculo, senão para de viver.
Fonte: Diário do Vale

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