Memória: como anda a sua?
Quando
‘esquecer’ começa a se tornar um hábito, pode ser um alerta do organismo para a
falta de Pregnenolona
Tem se
tornado comum observar que problemas e doenças antes apenas atribuídos à
terceira idade, hoje afetam indivíduos cada vez mais jovens. Segundo o
cardiologista, com prática em terapia ortomolecular, Dr. Marcos Natividade, o
corpo humano é como uma máquina e a forma como o tratamos contribui para que
ele apresente problemas cada vez mais cedo
Natividade
explica que péssimos hábitos de vida podem prejudicar a produção dos hormônios,
substâncias responsáveis por regular o crescimento e o desenvolvimento;
controlar as funções de muitos tecidos; auxiliar as funções reprodutivas e
regular o metabolismo. “Sem eles, nós envelhecemos. É a diminuição dos
hormônios que causa o envelhecimento e não o contrário”, alerta o médico.
Dentre a
extensa lista de hormônios necessários para o adequado funcionamento do nosso
organismo, existe um que merece atenção especial, a pregnenolona, responsável
por manter o cérebro funcionando em sua potência máxima. É ela quem colabora
com o processamento da memória, já que tem função de neurotransmissor e
estímulo para a formação de neurônios novos.
“Muitas
pessoas estão com a memória ruim e não percebem, ou acreditam que é apenas
cansaço. Mas uma maneira de avaliar se a pregnenolona está em falta,
comprometendo o funcionamento do cérebro, é a capacidade que o indivíduo tem de
lembrar seus sonhos. Lembrar-se raramente de ter sonhado já é um indício, ou
sonhar em preto e branco também é sinal de que este hormônio está defasado”,
conta o médico.
Para
prevenir a queda da produção de pregnenolona não há uma receita definida, pois
os motivos podem variar para cada indivíduo, mas o especialista afirma que o estresse
diário é sem dúvida um dos grandes vilões desse hormônio. Além disso, uma
alimentação equilibrada também ajuda. Dr. Marcos Natividade lembra que a raiz
da oferta desse hormônio está no ômega 3, portanto o consumo de peixes de águas
profundas e frias (salmão, atum, bacal hau, arenque, cavalinha, sardinha,
truta) e de sementes de linhaça e de sálvia são excelentes alternativas.
Fonte: Inteligemcia
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