quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fios de Prata de Itajai disputa festival em Treze Tílias

Fios de Prata disputa festival em Treze Tílias

Pelo segundo ano consecutivo, o Grupo Folclórico da Terceira Idade Fios de Prata, de Itajaí, participou do Festival Master Volksfest. O evento, que reuniu um total de 300 idosos de nove grupos dos três estados do Sul, foi desenvolvido no último final de semana (22 a 24), em Treze Tílias, no meio-oeste catarinense.

De acordo com o professor e coreógrafo Luciano Pinheiro dos Santos, o diferencial deste evento é, além de proporcionar a integração entre os idosos, a disputa de provas que remetem à tradição da cidade que sedia o evento, garantindo a todos os presentes, momentos de muita descontração e risos.

Compuseram o festival, além das danças folclóricas, as provas de Ordenha da Tirolesa (vaca): Onde foi declarado o vencedor quem extraiu a maior quantidade de leite no tempo de ordenha de um minuto cronometrado; Prova do Vai e Vem (serrote): Foi declarada a dupla vencedora aquela que cortou a tora de madeira em menor tempo cronometrado. Dresch Mais: Cada grupo indicou uma dupla para que, em tempo recorde, debulhasse três espigas de milho utilizando-se de uma máquina centenária de debulhar.

Também foi disputada a Prova do Rote Rose, na qual cada equipe indicou um representante que, de posse de um martelo de madeira, bateu uma vez na estaca para o estouro da espoleta, liberando a Rosa Vermelha. Declarou-se o vencedor quem conseguiu estourar a espoleta em melhor de três, de dois, de um, até chegar ao vencedor.

Na prova de danças folclóricas, o grupo itajaiense apresentou “Bela Aurora”, da cultura portuguesa, e “O Fole e o Acordeom”, da cultura brasileira. E na escolha da Miss e Mister “Master VolksFest”, cada grupo indicou dois integrantes de sua livre e espontânea escolha para concorrer ao título. E a vitória na categoria Miss Master Volksfest ficou para a itajaiense Maria Helena Pereira, do Grupo Fios de Prata.

O Grupo Fios de Prata esteve representado em Treze Tílias com um total de 14 idosas e dois professores. E aproveitou a oportunidade para divulgar os atrativos turísticos de Itajaí, especialmente a Marejada. Com a somatória dos pontos obtidos nas provas, o campeão geral desta edição do Festival Master Volksfest foi o grupo Folclórico Ucraniano Zoriá, de Ponta Grossa (PR).

De acordo com a organização do evento, o Festival Master Volksfest tem como principal objetivo realizar um grande encontro de grupos de danças folclóricas de todo o Brasil para resgatar, divulgar, preservar e perpetuar manifestações culturais através da dança e outras atividades, especificamente a grupos máster, onde é atribuída toda a dedicação e esforço ao longo dos anos incentivando e transmitindo todo o seu conhecimento cultural e folclórico de geração em geração.

Video cassetadas na terceira idade



Respeite os senhores.. as melhores video cassetadas só de tiozões. Nada como se sentir jovem

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A cirurgia plástica na terceira idade

A cirurgia plástica na terceira idade

Luís Eduardo Barbosa

A cirurgia plástica tem a capacidade de transformar corpos e, consequentemente, vidas. E um momento em que esse poder pode ser percebido ainda mais nitidamente é na terceira idade.

Cada vez mais pessoas com idade acima de 60 anos buscam procedimentos estéticos. Isso porque a população está vivendo mais e melhor a cada dia. As mulheres, principalmente, estão muito bem física e psicologicamente, e mais cientes de seu papel social. Não abrem mão de sonhos e planos com o passar dos anos.

Muitas delas, à medida que o tempo avança, ganham confiança e autonomia para correrem atrás do que desejam, e a aparência física pode estar intimamente ligada a como se sentem e à percepção que têm de si em relação ao mundo.

Mulheres acima dos 70 anos – idade que antigamente significava censura imediata a uma plástica –, com exames perfeitos, atualmente podem usar a cirurgia para deixar a aparência exterior mais condizente com o interior, jovem e ativo.

O cuidado, claro, é redobrado. Mas diante da boa saúde das pacientes e sua atitude positiva, é possível realizar procedimentos extremamente bem-sucedidos. Perceber os resultados é gratificante. Muitas contam que passaram a ser tratadas de forma diferente, que são motivo de admiração entre familiares e amigos, e ganharam um novo fôlego para seguir adiante.

Note-se que o objetivo de se submeter a uma plástica nessa faixa etária não é uma tentativa de resgatar a aparência dos 20 anos de idade. É preciso compreender a passagem do tempo e aproveitar as modernas técnicas de cirurgia, sem radicalismos, para ficar com o visual o mais natural possível. O propósito nunca é apagar a própria história com o bisturi.

Na sala de cirurgia, entretanto, é possível tratar os maiores desconfortos estéticos de quem chegou e ultrapassou os 60, como rugas e flacidez no rosto e gorduras localizadas.

Também é importante destacar a lição que estas pessoas deixam para todos os jovens: saúde e beleza andam sempre juntas. Quem começa a se cuidar cedo tem mais chances de chegar à terceira idade com as taxas normais, pele melhor e maior disposição e vivacidade.

Luís Eduardo Barbosa é cirurgião plástico

Vaidade positiva não tem idade

Vaidade positiva não tem idade

Vaidade positiva não tem idade Foto: Arquivo Londrix
Empresas desenvolvem produtos específicos para a terceira idade, que deverá representar 22,7% da população brasileira em 2050
A vaidade positiva, ou seja, aquele cuidado com a aparência sem exageros, ganha cada dia mais adeptos no Brasil. O grupo da chamada terceira idade, por exemplo, busca cada vez mais no mercado de cosméticos, produtos que proporcionem maior qualidade de vida, conforto, bom preço e resultados. De olho nesse novo público, as empresas de cosméticos desenvolvem linhas específicas para essa faixa etária - que em 2050, segundo o IBGE, será de 22,7% da população brasileira.
Atualmente o país conta com 19 milhões de idosos, faixa etária que mais cresce entre os brasileiros, segundo pesquisa realizada em 2009 pelo IBGE. Eles despontam como um forte potencial de mercado para empresas de produtos e serviços, pois 80% recebem benefícios como aposentadorias e pensões.
Além de dispor de um poder aquisitivo sólido, as pessoas deste grupo são mais rigorosas na escolha de seus produtos, podendo mudar facilmente de marca, se algun deles não atender as suas expectativas. Para isso, o investimento anual das empresas de cosméticos deverá aumentar de R$ 9,3 bilhões em 2010 para R$ 20 bilhões em 2015. Segundo a Associação Brasileira de Cosmetologia (ABC), nesta toada o Brasil está prestes a se tornar o segundo no ranking mundial de perfumaria e cosméticos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
Mulheres
De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) cerca de 92% das mulheres na terceira idade consomem cosméticos e 57% compram frequentemente produtos de maquiagem. Visando este mercado, as empresas de cosméticos desenvolvem linhas destinadas exclusivamente para as mulheres de faixa etária acima dos 60 anos, como hidratantes com uma versão para o dia e uma para a noite e que buscam minimizar sinais profundos, como rugas e traços de expressão, outros proporcionam maior resistência à pele de pessoas com mais de 70 anos. Neste aspecto pode-se dizer que o mundo verá o rápido crescimento no consumo de produtos antiagee antirrugas.
“Apesar de estar vivendo um boom, o mercado de cosméticos para a terceira idade tende a permanecer em ascensão por muito tempo, já que a população brasileira de idosos chegará a 65 milhões de pessoas em 2050, três vezes mais que os atuais 20,5 milhões. Além disso, a mulher brasileira sempre buscará novas fórmulas com ingredientes diferenciados, próprios para aumentar a sua autoestima e para continuar sendo mundialmente conhecida com um sinônimo de beleza”, diz Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da Associação Brasileira de Cosmetologia.
Atualmente as pesquisas se voltam principalmente à absorção de substâncias pela derme, camada da pele onde ficam os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno. Claro que em primeiro lugar deve vir a preocupação com a saúde. Mas um pouco de vaidade também ajuda a gente a se sentir melhor, a viver melhor.
(Fonte: Assessoria de Imprensa da ABC)

terça-feira, 26 de junho de 2012

A força da 3ª idade

Feira em São Paulo reúne negócios, entretenimento e saúde para a melhor idade

Segundo dados do pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida no Brasil alcançou 73,5 anos. Para esta crescente parcela da população, a terceira idade, surgiu uma grande diversidade de produtos e serviços.

Atualmente, o número de pessoas idosas não para de crescer no país e já ultrapassa 10% da população total. A previsão é que em 2025 esse número esteja na casa de 64 milhões de pessoas.
Semelhante ao que acontece com a vida humana em todas as suas etapas, o tempo da terceira idade representa um período de felicidade, prazeres e claro, de cuidados.

Visando o cuidado com a saúde do idoso, a SLcomm (http://www.slcomm.com.br/) instalou um stand na feira Mega Artesanal* para levar esclarecimentos, informações sobre a nutrição e suplementação para pessoas da melhor idade.

Mega Artesanal, acontece de 26 de junho (dia para lojista) a 1° de julho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Estima-se que a feira receberá 130.000 visitantes do Brasil inteiro, sendo 70% destes acima de 50 anos.www.megaartesanal.com.br

“O Brasil precisa evoluir muito nos cuidados aos idosos. A nutrição é um fator muito importante para prevenção de doenças e qualidade de vida” , afirma Silvia Regina Mendes Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

“Com o stand na feira conseguiremos atingir nossa meta, que é esclarecer as dúvidas dos idosos sobre nutrição e orientá-los sobre a melhor alternativa de fazer a reposição e suplementação nutricional de forma equilibrada e balanceada”, diz Jurandir Sestari Filho, diretor executivo da SLcomm.

Informações para imprensa, responda este e-mail:
Ana Paula Duarte
anaduarte@makingofeventos.com

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A terceira idade não chega para eles

52% das pessoas acima de 60 anos não se consideram idosos

Na carteira de identidade, a aposentada Elza Rossetti Broetto tem 64 anos. Mas, por mais que o documento prove, ela garante que ainda não se sente na terceira idade. Também, haja disposição. Ela faz ginástica, caminhadas e hidroginástica três vezes por semana e ainda tem tempo para cuidar da casa, dos netos e do pai, de 92 anos.

Dona Elza faz parte de um grupo cada vez maior de brasileiros, que não vê o passar do tempo como algo negativo. Uma pesquisa feita pela consultoria Quórum Brasil revelou que 52% das pessoas com 60 anos não se consideram na terceira idade.

foto: Edson Chagas
Elza Rossetti Broetto, idosa que faz muitas atividades - Editoria: Vida - Foto: Edson Chagas
Aos 64 anos, Elza Rossetti Broetto acredita que a receita para se manter jovem
é ter muito bom humor

A psicóloga Adriana Salezze explica que a sociedade mudou a forma de ver os idosos. Além disso, o espírito de juventude dos vovôs e vovós de hoje é explicado, em partes, pela quantidade de atividades que eles praticam.

"O estilo de vida da população adulta mudou. Hoje você vê mais as pessoas fazendo atividade física, esportes e até participando de competições. Antigamente, o idoso tinha aquela imagem de ser o vovozinho que cuidava dos netos e ficava sempre em casa", diz.

Só para se ter uma ideia, dados da pesquisa também mostraram que, entre os 60 e os 70 anos, 35% das pessoas ainda trabalham e 63% fazem atividades externas.

Juventude

Para manter essa alma jovem, a psicóloga aconselha que as pessoas aprendam a viver cada momento, sem pensar no envelhecimento e, muito menos, no fim da vida.

"É preciso aceitar cada fase da nossa vida com tudo que ela tem de bom, mas também com as limitações. Na terceira idade, as preocupações em relação a trabalho e criação de filhos ficam pra trás. Esse é um momento que a pessoa tem para curtir mais a família, pensar em si e, é claro, passear", diz a psicóloga.

É assim que Dona Elza pensa. E o segredo para tanta juventude, ela garante que está em seu coração. "Eu levo a vida sempre com bom humor e procuro fazer o bem para as pessoas. É isso que me faz feliz até hoje", garante a aposentada.

Envelheça com disposição


Pensamento jovem
Seja positivo
Encare a chegada da terceira idade de forma positiva. Assim, você preserva seu espírito de juventude por muito mais tempo

Fuja da rotina
Mente ativa
Deixe a rotina de lado. Pesquisas apontam que isso ajuda a desenvolver regiões cerebrais que são menos utilizadas. Atividades voluntárias, passeios, aulas de música, cursos e viagens, por exemplo, são maneiras de fugir da rotina de colocar a cabeça para funcionar

Movimente-se
Atividade física
Praticar exercícios físicos constantemente ajuda a manter o condicionamento físico e evita a perda muscular que ocorre com o passar do tempo. Além disso, manter-se em forma previne várias doenças

Coma bem
Saudável
Alimente-se corretamente, incluindo legumes, verduras e frutas na sua alimentação. Diminua o consumo de doces e gorduras e tente comer sempre a cada três horas
Fonte: Gazetaonline

Solidão pode encurtar vida e dificultar o dia a dia de idosos

Solidão na terceira idade pode aumentar risco de morte, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Além disso, tende a trazer mais dificuldades para realizar tarefas diárias. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento, que contou com informações de 1.604 pessoas com idade média de 71 anos, constatou que 43,2% dos participantes se sentem solitários. E estar só foi associado com chance maior de morte no período de seis anos de acompanhamento, sendo de 22,8% em comparação com 14,2% para os que vivem com algum parceiro. A probabilidade de declínio nas atividades diárias é duas vezes maior para os isolados.

“Nossos resultados sugerem que questionar idosos sobre solidão pode ser uma maneira útil de identificação de pessoas em risco de deficiência e baixos resultados de saúde”, disse a pesquisadora Carla Perissinotto
Fonte: Terra

Mudança de comportamento e amnésia são sinais de demência

Episódios corriqueiros como esquecer o número de telefone da própria casa, não se lembrar onde guardou as chaves ou não comparecer a uma consulta médica previamente marcada costumam denotar um esquecimento natural relativo à idade. No entanto, deve-se levar em conta que, especialmente entre os idosos, essas situações que são encaradas com normalidade podem servir de alerta e atenção para a demência, doença que surge, em média, aos 65 anos.

Com maior incidência em mulheres, a cada cinco anos as chances do desenvolvimento da doença dobram, segundo a psiquiatra Dra. Célia Gallo, psiquiatra do PROTER (Projeto Terceira Idade) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. "A demência é uma patologia cerebral orgânica que provoca algumas alterações do cérebro e é caracterizada por três principais sinais: a alteração da memória, a mudança de comportamento e a dificuldade na execução de tarefas rotineiras", explica.

Salvo exceções e por se tratar de uma patologia que atinge a terceira idade, o portador tem a chance de levar uma vida normal. No entanto, é a evolução da demência que preocupa familiares e especialistas. Constituir uma família, trabalhar e ter uma vida social são atitudes comuns para qualquer pessoa, porém, a enfermidade reduz gradativamente o aspecto social e o familiar, ao ponto de o paciente não reconhecer um filho. Este processo pode ser doloroso para a família, que deve buscar artifícios para driblar o momento.

"A população precisa saber que ficar esquecido não é normal e que não faz parte do processo natural do envelhecimento. O indicado é procurar um especialista para que seja realizada uma investigação", recomenda a psiquiatra. Qualquer sinal de esquecimento como não se lembrar qual é o dia da semana, alterações de humor e irritabilidade são indícios da demência que precisam ser abordados.

O tratamento da demência implica no uso de medicamentos que minimizam os sintomas e retardam sua evolução, além da reabilitação cognitiva. O diagnóstico nesses casos é diferenciado, realizado clinicamente e por meio do método de exclusão, visto que não há um teste específico que detecte a demência. Alguns exames de sangue ou de imagens auxiliam no processo de eliminação de outras patologias, o que favorece a confirmação mais rápida e o início do acompanhamento médico.

A família, como em qualquer outra situação, atua como alicerce na vida do portador da demência. A psiquiatra Célia Gallo recomenda que os familiares não ignorem estes aparentemente lapsos de memória sem importância e que se mantenham ao lado das vítimas, buscando maneiras de organizar o tempo, o espaço e propiciar o mínimo de funcionamento de suas funções habituais.
Fonte: Bond

sábado, 9 de junho de 2012

Como chegar na terceira idade de bem com a vida - Pronto Atendimento 02/06/12



Saúde em todos os aspectos: físico, emocional, social e psicológico. É assim que se define qualidade de vida depois dos 60 anos. A terceira idade é a faixa da população que mais cresce, e o desafio é chegar nessa fase com saúde. O convidado do Pronto Atendimento de hoje é o Geriatra e Ginecologista Gergônio José da Encarnação

Terceira idade hip-hop



O grupo da terceira idade no estilo hiphop

Dança senior


A dança sênior é uma dança específica para pessoas na melhor idade com ou sem deficiências.

Marielza Oliveira Fernandez (Psicóloga e pedagoga)
- Terapeuta que utiliza as danças sênior, étnica e circular em tratamentos.
- Professora Waldorf, com seminário de dois anos realizado na Escola Rudolf Steiner
- Formação em Psicobalat, pelo Instituto Psicanálise da Infância e Juventude de SP
- Professora de dança de salão e de danças folclóricas da escola Waldorf Aitiara (Botucatu)
- Residente por 20 anos na comunidade Rural Antroposófica Botucatu e co-fundadora da Escola Aitiara
- Foi psicóloga e diretora do Lar Morro Pitanga, em Botucatu, para crianças que sofriam maus tratos

Contatos:
E-mail: mari.lotus@hotmail.com Telefones: (11) 2605-2106 / (11) 9920-8370

Acompanhada por 6 alunas que fazem parte do grupo de dança da terceira idade da Unicapital.
1) Elza
2) Regina
3) Ivone
4) Isabel
5) Deise
6) Lilia

Personalidades, especialistas em saúde de todas as áreas, culinária, artesanato, matérias sobre os mais diversos assuntos, sempre visando a qualidade de vida das famílias brasileiras, você vê no "Vida Melhor", com a apresentadora Cláudia Tenório.

"Vida Melhor" é ao vivo, de segunda à sexta-feira para todo o país.

Mas, se você perdeu algum programa não se preocupe! Reveja o que foi destaque em nossa galeria de vídeos aqui no YouTube! www.youtube.com/pgmvidamelhor

Você também pode participar por e-mail, escreva para vidamelhor@redevida.com.br

Não esqueça, 12h30 a Claudia te espera ao vivo no Vida Melhor! REDEVIDA, O Canal da Família.

Sintonize: www.redevida.com.br/cobertura.asp

Sexualidade na terceira idade


Praça da Alegria
Sexualidade na terceira idade
praca.da.alegria@programas.rtp.pt

Saúde: Aumenta o número de casos de HIV na terceira idade

Dados do Ministério da Saúde informam que os casos de mulheres infectadas pelo vírus da aids na terceira idade aumentaram mais de 75% nos últimos 14 anos.

Entre os homens com mais de 50 anos, o número de infectados pelo vírus HIV subiu 43% de 1998 para cá.

De acordo com o assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Gil Casimiro, o número de casos de aids entre as pessoas que têm mais de 50 anos aumentou por uma razão simples: elas têm muita resistência em usar o preservativo.

” O fato é que essa população teoricamente não teve a cultura do uso do preservativo. É uma população mais idosa que na fase jovem e adulta não teve a cultura do uso do preservativo.

Se naquela época eles não tinham essa cultura, incorporar essa tecnologia nos dias de hoje não é uma tarefa tão fácil.”

O jornalista Luiz Henrique Silva, de 54 anos, concorda com o Ministério da Saúde. Ele é favorável ao uso da camisinha em todas as relações sexuais. Mas ele reconhece que os amigos da mesma idade não pensam igual a ele.

“O pessoal acima de 50 anos, as pessoas da minha geração, realmente tem muita relutância em usar porque foram criados em outra época, onde os problemas eram muito menores, tinha até doenças venéreas, mas não algo tão grave como a aids. Eu sei inclusive de amigos que são solteiros e que têm muita relutância em usar.”

Outra explicação para o aumento de casos de aids na terceira idade é as pessoas portadoras do vírus procurarem o médico tarde demais.

É o que explica o assessor técnico Gil Casimiro: “As pessoas procuram os centros de saúde quando a doença está em fase de desenvolvimento.

Ainda é muito difícil, por todo esse preconceito, principalmente as mulheres casadas. Com certeza uma maior dificuldade de ter um papo aberto com seus parceiros, com suas parceiras, de procurar um serviço e realizar o teste.”

Quem fica sabendo logo se tem o vírus da aids consegue começar o tratamento no momento certo e ter mais qualidade de vida. O teste de aids é de graça e sigiloso.
Fonte: idest.com.br

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Terceira idade: um mercado de possibilidades

Eles representam 14% da população mundial e já somam mais de 15 milhões de pessoas.

Com uma renda média de R$ 866, são formadores de opinião e influenciadores nas decisões de compra.

Não dá para negar a relevância da terceira idade sobre nossos costumes, cultura e por que não, hábitos de consumo.

Hoje, com o avanço da medicina e melhoria na qualidade de vida, a expectativa de vida do brasileiro é de 72 anos, um número bastante favorável se comparado à media mundial, 67 anos.

Esse breve panorama revela um universo de possibilidades para o mercado. Afinal, esse nicho está disposto a comprar e usufruir de serviços e produtos especialmente elaborados para suas necessidades.

Pacotes turísticos, cursos para a terceira idade, cartões de desconto em farmácias são alguns dos mercados que lucram com essa parcela da população.

O campo tecnológico também tem explorado esse potencial por meio de produtos que promovem a inclusão digital, como programas de computadores simplificados, celulares com dígitos maiores, fechaduras digitais, etc.

Se você quer apostar suas fichas nesse segmento a regra é simples: desenvolva produtos que eliminem barreiras entre as gerações. Engajar a terceira idade nas tendências e novidades é a melhor forma de conquistar um público fiel e promissor.
Fonte: Algar mídia

terça-feira, 5 de junho de 2012

“Adultos experientes” de 60 a 75 anos são a Geração A: ativa, autônoma e do agora

Pesquisa Riologia traça novo perfil desses cariocas que viajam, contribuem para a família, têm tatuagem e reinventam a idade, mas são invisíveis na mídia e na publicidade

Eles foram os jovens das transformadoras décadas de 1960 e 70 e agora reinventam o conceito de envelhecer, no Rio de Janeiro. Uma enquete da agência de publicidade que’ e da CASA 7 Pesquisa traça o perfil desses cariocas entre 60 a 75 anos, a “Geração A”: A de “ativa”, “autônoma” e de “agora” – sem tempo a perder.
Foto: Arquivo pessoalA advogada e juíza aposentada Isa Soter, da Geração A, e sua mãe, Lille, ambas aos 62 anos
Longe da imagem de “idosos”, “terceira idade” ou “velhinhos” – expressões que rejeitam –, eles se enxergam como “adultos experientes”.
Na visão de cerca de 500 que responderam aos questionários, velhos eram seus pais, não eles.
A Geração A é independente, pratica esportes, ajuda financeiramente a família, viaja com frequência e tem vida sexual ativa.
Leia também: Aventura na terceira idade
Carlos Vieira, 63, que recentemente incorporou uma tatuagem no braço ao visual, resume assim sua geração: “Nós nos negamos a envelhecer, a morrer, e nos negamos a ficar caretas.”
Estudo sobre novos nichos publicitários deu origem à "Riologia"
O perfil da Geração A faz parte da Riologia, pesquisa que reuniu informações sobre cinco grupos de cariocas no novo momento vivido pela cidade, com o renascimento econômico, reflexos do Pré-Sal, UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e outras mudanças recentes, impactadas ainda pela melhora geral da economia e por programas sociais.
O que começou como a busca de um novo nicho publicitário acabou por descobrir peculiaridades e hábitos e criar novos perfis da “Geração A”, dos “Universitários Classe C”, dos “Solteiros”, de “Praticantes de esportes alternativos” e dos “Teens (Adolescentes) de famílias não-convencionais”.
O projeto e os resultados do primeiro grupo serão lançados nesta terça-feira (5), em café da manhã no Parque Lage, com representantes notórios desse perfil: o surfista Rico de Souza, que faz 60 anos em 2012, a atriz Nicette Bruno, 79, e o jornalista Ancelmo Gois, 64. Curiosamente, o estigma da idade levou muitos artistas e personalidades a recusar o convite para participar do evento. Um deles, reconhecido jornalista e produtor musical, avisou que não iria, porque tem apenas “30 anos”.
Foto: Divulgação RiologiaPara Carlos, 63, Geração A se recusa a envelhecer e a ficar careta. Na foto menor, seu pai, na mesma idade

Rio é Estado do Brasil com mais pessoas acima dos 60 anos de idade
Para a Geração A, porém “velho é quem não tem autonomia”. Embora corresponda a 10% da população brasileira e a 13,3% no Rio – Estado com a maior população acima de 60 anos – a Geração A não se vê representada nos anúncios publicitários nem na mídia e se sente invisível.
“A sociedade ainda põe a gente como velhinho”, protesta Janete, 64 anos. “Roupa pra idoso ou é uma roupa mostrenga do século 19 ou você fica como uma piriguete, e aí fica ridículo!”, disse Maria Alice, 64, aos pesquisadores.
Na opinião de Tatiana Soter, diretora de Atendimento e Planejamento da que' e idealizadora da Riologia, "não foi só a expectativa de vida que aumentou" para a Geração A.
"A expectativa de viajar, de ter autonomia, se relacionar e ter uma vida ativa também. Os idosos não querem ser vinculados aos velhos rótulos. Eles têm poder de compra e querem viver e consumir. A Geração A tem de ser vista pela publicidade sob esse novo olhar: o olhar da oportunidade", disse Tatiana.
A pesquisa tem ainda mais sentido de ser feita no Rio porque a cidade abriga nove dos dez bairros com mais pessoas acima de 60 anos no Brasil. Em Copacabana, por exemplo, são 30% dos moradores.
Foto: Divulgação RiologiaAnimada, Elda Nunes fez tatuagens no pescoço e no pulso
A Riologia identificou que 71% dos entrevistados colaboram financeiramente com a família e apenas 19% são dependentes dos filhos – o Censo 2000 já identificava que maiores de 60 eram responsáveis economicamente por 62,4% dos domicílios no País.
De acordo com a enquete, um terço dos entrevistados vive sozinho, quase a metade pratica atividades físicas regularmente e segue dieta, ações que lhes garantem saúde, considerada essencial para se ter autonomia.
Depois de responsabilidade, a liberdade – não ter de “dar satisfações a ninguém” – é o segundo item na escala de valores, ao lado de família e à frente de saúde. “A gente faz tudo que podia fazer antigamente. A gente tá livre, leve e solto!”, afirmou Evinha, 68, aos entrevistadores.
Metade dos entrevistados diz ter vida sexual ativa
Como ela, 76% fazem planos para viajar e praticamente a metade (47%) mantém vida sexual ativa -19% vivem relacionamentos eventuais. “Quando a gente para assim pra pensar que amanhã a gente pode pegar a mala e viajar, não é bom?”, questiona Paulete, 69.
As novas tecnologias, como internet e as redes sociais, também desempenham papel importante nesses relacionamentos, daí por que um em cada cinco dos ouvidos tem smart phone e um quarto tem perfil no Facebook ou no Orkut.
Foto: Divulgação RiologiaKatia Teixeira, Geração A, mostra foto da mãe
“Eu me atualizei, sou digitalizado, eu uso muito a internet como fonte de pesquisa, acho riquíssima. Eu não sou dos bits e bytes mas eu uso. Tudo que você imaginar, eu tenho”, disse João, 61.
“Um amigo chega pra mim e diz: cara, você está parecendo um garotão! Eu respondo, eu sempre fui um garotão!”, exemplificou Cabral, 64.
A preocupação com a estética não se limita à saúde. “Meu filho casou há três anos, e eu falei: ‘Com este pescoço, não vou ao altar! Então, fiz uma plástica. Botox, plástica, já fiz tudo. Tudo assim, pequenininho, para não ficar muito estranho”, contou Glorinha, 63 anos.
Fonte: Último Segundo - Brasil