terça-feira, 8 de maio de 2012
Sexo na terceira idade faz bem á saúde
Quebre tabus e aprenda a encarar a sexualidade na terceira idade. A prática faz bem à saúde!!
Terceira idade pode se tornar excelente momento para empreender
Há muito tempo a chegada da terceira idade não é mais sinônimo de ficar em casa. Com o aumento na qualidade de vida das pessoas que alcançaram os 60 anos, é cada vez maior o número de empreendedores nesta faixa de idade.
De acordo com o Relatório GEM (Global Enterpreneurship Monitor), com dados de 2010, cerca de 1,4 milhão de empresas brasileiras em fase incial (com até 42 meses de existência) são geridas por indivíduos entre 55 e 64 anos. Deste total de empresários, estima-se que mais de 650 mil estejam acima dos 60 anos.
Para o gerente de inovação do Sebrae Nacional, Enio Pinto, a maturidade é uma oportunidade única para empreender, pois é o momento em que, em sua maioria, as pessoas estão se aposentando e os filhos são independentes.
“Nesta fase da vida, o indivíduo se libertou de algumas responsabilidades e tem menos gente dependendo dele. É um ótimo momento para empreender porque ele pode voltar a correr riscos.”
Segundo Enio Pinto, na terceira idade os empreendedores tem um conjunto de características chamada pelos especialistas de CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude).
Segundo ele, esse momento favorável ocorre apenas 2 vezes ao longo da vida. A primeira delas, na faixa dos 18 e 24 anos, quando o jovem está na faculdade ou é recém-formado, não casou e ainda não constituiu família. A segunda, quando chega à maturidade.
“Nos dois casos, temos pessoas com muita informação. O jovem porque está cursando ou acabou de sair da faculdade e na maturidade porque acumulou experiência ao longo da vida”, afirma.
Empreendedor maduro busca realização pessoal
De acordo com Enio Pinto, depois dos 60 anos, os empreendedores já acumularam patrimônio considerável e dessa forma optam por abrir um negócio com objetivando a satisfação pessoal. Neste caso, a realização é um estímulo maior do que a rentabilidade e o lucro.
“Normalmente, para os mais velhos, aquilo que era um hobby ou um sonho antigo se torna uma atividade profissional. A preocupação maior é a própria satisfação e não a compra de novos bens”, diz.
Os mais jovens, por sua vez, querem a independência e ainda não alcançaram seu patrimônio. Para eles, a lucratividade é o que mais os motivam a empreender.
Como desvantagem dos empreendedores mais maduros, o gerente de inovação cita o risco de problemas de saúde associados à idade, mas destaca que a qualidade de vida para os idosos melhorou.
“Se a pessoa tiver energia e se manter atualizada ao longo do tempo, só vejo pontos positivos para este empreendedor. Ele tem a seu favor todos os aspectos para o sucesso do negócio.”
Projetos incentivam empreendedorismo na terceira idade
Em Santa Catarina, as pessoas da terceira idade têm um incentivo a mais para abrir um negócio próprio. O estado conta, ao menos, com dois projetos que incentivam o empreendedorismo. Um deles é o Projeto Idoso Empreendedor, criado em 2007 pelo Sesc-SC, entidade que oferece programas e serviços voltados à cultura e ao lazer.
As atividades tem como foco a inclusão social das pessoas acima de 60 anos, através de dinâmicas, debates e o uso da informática. Os encontros acontecem duas vezes por semana durante o ano todo e para participar é preciso pagar mensalidade de R$ 25.
Com uma metodologia semelhante, a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) criou a Oficina de Empreendedorismo, um curso com 6 meses de duração ministrado pelo Neti (Núcleo de Estudos da Terceira Idade).
De acordo com a professora da oficina, Ana Lúcia Serraresi, nas aulas os alunos aprendem noções de empreendedorismo e aqueles que demonstram mais interesse em abir um negócio são encaminhados para outros serviços, como o Sebrae.
“Nós apresentamos alguns conceitos e os próprios alunos detectam suas habilidade e o que é importante para eles.”
Fonte: Uol Economia
De acordo com o Relatório GEM (Global Enterpreneurship Monitor), com dados de 2010, cerca de 1,4 milhão de empresas brasileiras em fase incial (com até 42 meses de existência) são geridas por indivíduos entre 55 e 64 anos. Deste total de empresários, estima-se que mais de 650 mil estejam acima dos 60 anos.
Para o gerente de inovação do Sebrae Nacional, Enio Pinto, a maturidade é uma oportunidade única para empreender, pois é o momento em que, em sua maioria, as pessoas estão se aposentando e os filhos são independentes.
“Nesta fase da vida, o indivíduo se libertou de algumas responsabilidades e tem menos gente dependendo dele. É um ótimo momento para empreender porque ele pode voltar a correr riscos.”
Segundo Enio Pinto, na terceira idade os empreendedores tem um conjunto de características chamada pelos especialistas de CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude).
Segundo ele, esse momento favorável ocorre apenas 2 vezes ao longo da vida. A primeira delas, na faixa dos 18 e 24 anos, quando o jovem está na faculdade ou é recém-formado, não casou e ainda não constituiu família. A segunda, quando chega à maturidade.
“Nos dois casos, temos pessoas com muita informação. O jovem porque está cursando ou acabou de sair da faculdade e na maturidade porque acumulou experiência ao longo da vida”, afirma.
Empreendedor maduro busca realização pessoal
De acordo com Enio Pinto, depois dos 60 anos, os empreendedores já acumularam patrimônio considerável e dessa forma optam por abrir um negócio com objetivando a satisfação pessoal. Neste caso, a realização é um estímulo maior do que a rentabilidade e o lucro.
“Normalmente, para os mais velhos, aquilo que era um hobby ou um sonho antigo se torna uma atividade profissional. A preocupação maior é a própria satisfação e não a compra de novos bens”, diz.
Os mais jovens, por sua vez, querem a independência e ainda não alcançaram seu patrimônio. Para eles, a lucratividade é o que mais os motivam a empreender.
Como desvantagem dos empreendedores mais maduros, o gerente de inovação cita o risco de problemas de saúde associados à idade, mas destaca que a qualidade de vida para os idosos melhorou.
“Se a pessoa tiver energia e se manter atualizada ao longo do tempo, só vejo pontos positivos para este empreendedor. Ele tem a seu favor todos os aspectos para o sucesso do negócio.”
Projetos incentivam empreendedorismo na terceira idade
Em Santa Catarina, as pessoas da terceira idade têm um incentivo a mais para abrir um negócio próprio. O estado conta, ao menos, com dois projetos que incentivam o empreendedorismo. Um deles é o Projeto Idoso Empreendedor, criado em 2007 pelo Sesc-SC, entidade que oferece programas e serviços voltados à cultura e ao lazer.
As atividades tem como foco a inclusão social das pessoas acima de 60 anos, através de dinâmicas, debates e o uso da informática. Os encontros acontecem duas vezes por semana durante o ano todo e para participar é preciso pagar mensalidade de R$ 25.
Com uma metodologia semelhante, a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) criou a Oficina de Empreendedorismo, um curso com 6 meses de duração ministrado pelo Neti (Núcleo de Estudos da Terceira Idade).
De acordo com a professora da oficina, Ana Lúcia Serraresi, nas aulas os alunos aprendem noções de empreendedorismo e aqueles que demonstram mais interesse em abir um negócio são encaminhados para outros serviços, como o Sebrae.
“Nós apresentamos alguns conceitos e os próprios alunos detectam suas habilidade e o que é importante para eles.”
Fonte: Uol Economia
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Idosos portugueses estão mais cultos, saudáveis e ativos
Os idosos portugueses estão mais cultos,
saudáveis e ativos e nos últimos 12 anos quase duplicou o número dos que afirmam
saber ler, indica um estudo da Rede de Universidades da Terceira Idade.
Luís Jacob, presidente da RUTIS - Associação Rede de Universidades da
Terceira Idade e professor de gerontologia, realizou uma análise sobre os idosos
enquanto consumidores de cultura e lazer, tendo observado "alterações
significativas" nos últimos anos.
"Temos hoje em dia idosos mais ativos e intervenientes e que procuram crescentemente atividades de lazer e culturais, fruto do seu maior grau de escolarização, de serem autónomos [durante] mais tempo e das portas que o mundo lhes abre, seja presencialmente, seja via internet", sublinha o especialista no estudo, a que a Lusa teve acesso.
Em 2000, apenas 13% dos idosos afirmavam ler regulamente, número que cresceu para 22% em 2010. No mesmo período, aumentou de 11 para 31 a percentagem dos que fazem férias uma vez por ano.
"Olhando para o consumidor mais velho notamos várias diferenças entre a situação atual (2012) e [a de] há vinte anos (1990)", diz Luís Jacob, acrescentando: "Além de um número maior de idosos, estes são mais ricos, mais cultos, mais saudáveis e mais interessados".
Estas mudanças devem-se à "evolução positiva das condições de vida" ocorridas nos últimos anos em Portugal, salienta.
Fonte: DN
"Temos hoje em dia idosos mais ativos e intervenientes e que procuram crescentemente atividades de lazer e culturais, fruto do seu maior grau de escolarização, de serem autónomos [durante] mais tempo e das portas que o mundo lhes abre, seja presencialmente, seja via internet", sublinha o especialista no estudo, a que a Lusa teve acesso.
Em 2000, apenas 13% dos idosos afirmavam ler regulamente, número que cresceu para 22% em 2010. No mesmo período, aumentou de 11 para 31 a percentagem dos que fazem férias uma vez por ano.
"Olhando para o consumidor mais velho notamos várias diferenças entre a situação atual (2012) e [a de] há vinte anos (1990)", diz Luís Jacob, acrescentando: "Além de um número maior de idosos, estes são mais ricos, mais cultos, mais saudáveis e mais interessados".
Estas mudanças devem-se à "evolução positiva das condições de vida" ocorridas nos últimos anos em Portugal, salienta.
Fonte: DN
terça-feira, 1 de maio de 2012
Metade dos homens são levados pelas mulheres
Metade dos homens que estudam nas universidades de terceira idade (UTI) portuguesas são levados pelas mulheres, que já as frequentam e constituem a grande maioria dos alunos (76 por cento), tal como acontece em todo o mundo.
A primeira UTI chegou a Portugal em 1976 com a criação da Universidade Internacional da Terceira Idade de Lisboa, no Chiado. Contudo, até 2000, o número destes estabelecimentos permaneceu limitado a Lisboa e ao Porto, ano em que se deu a "verdadeira explosão" de universidades seniores em Portugal, segundo a RUTIS - Associação Rede de Universidades da Terceira Idade
"Quando começámos a trabalhar, em 2001, havia 15 universidades e neste momento são 192. Também passámos de 1.500 alunos para 30.000", disse o presidente da RUTIS, que falava à Lusa a propósito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo, assinalado este ano com várias iniciativas.
Nos últimos anos, têm surgido uma média de 20 a 30 universidades novas por ano, mas ainda "há espaço para crescer, criar mais universidades e ter mais alunos", adiantou Luís Jacob.
Este aumento, segundo o responsável, deve-se "à consciencialização pelo Estado e pela sociedade do papel dos mais velhos, ao envelhecimento da população, a uma maior exposição na comunicação social e à existência de uma rede organizada" de UTI.
As maiores universidades seniores estão localizadas em Almada, no Seixal, Barreiro, Gaia, Amadora e Loures, algumas das quais com 2.000 alunos.
Os alunos são maioritariamente mulheres (76%), com idade entre os 60 e 70 anos, reformados ou domésticas (80%) e com habilitações que vão desde a quarta classe ao doutoramento.
"A grande maioria das universidades (80%) trabalha com professores voluntários (cerca de 3.000)" e nalgumas zonas do país tem "professores a mais do que precisam", disse Luís Jacob.
Em Portugal perto de 30% das UTI foram criadas pelos próprios alunos, estando a maioria das universidades agregada a outra associação, Rotários, associações Culturais ou clube.
Ao longo dos tempos as faculdades autónomas têm perdido terreno em relação às integradas numa associação e autarquias, mas "o facto de estarem integradas numa estrutura não significa, em muitos casos, que os seniores não participem ativamente na gestão e organização da UTI", ressalva o responsável.
Luís Jacob lembrou que "o grande objetivo das faculdades seniores é social, um objetivo que é alcançado através da educação e da formação".
Mas há outros "grandes objetivos": o combate à solidão, ao sentido de inutilidade e à depressão, aprender e partilhar saberes.
Nesse sentido, sublinhou, "as universidades são um bom exemplo de envelhecimento ativo".
"Fizemos um estudo que revelou que os alunos das universidades seniores, em comparação com os outros idosos que não estão a trabalhar, são mais felizes, têm menos sintomas de depressão e consomem menos medicamento (em média, menos 20 por cento)", elucidou.
Fonte: Lusa
A primeira UTI chegou a Portugal em 1976 com a criação da Universidade Internacional da Terceira Idade de Lisboa, no Chiado. Contudo, até 2000, o número destes estabelecimentos permaneceu limitado a Lisboa e ao Porto, ano em que se deu a "verdadeira explosão" de universidades seniores em Portugal, segundo a RUTIS - Associação Rede de Universidades da Terceira Idade
"Quando começámos a trabalhar, em 2001, havia 15 universidades e neste momento são 192. Também passámos de 1.500 alunos para 30.000", disse o presidente da RUTIS, que falava à Lusa a propósito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo, assinalado este ano com várias iniciativas.
Nos últimos anos, têm surgido uma média de 20 a 30 universidades novas por ano, mas ainda "há espaço para crescer, criar mais universidades e ter mais alunos", adiantou Luís Jacob.
Este aumento, segundo o responsável, deve-se "à consciencialização pelo Estado e pela sociedade do papel dos mais velhos, ao envelhecimento da população, a uma maior exposição na comunicação social e à existência de uma rede organizada" de UTI.
As maiores universidades seniores estão localizadas em Almada, no Seixal, Barreiro, Gaia, Amadora e Loures, algumas das quais com 2.000 alunos.
Os alunos são maioritariamente mulheres (76%), com idade entre os 60 e 70 anos, reformados ou domésticas (80%) e com habilitações que vão desde a quarta classe ao doutoramento.
"A grande maioria das universidades (80%) trabalha com professores voluntários (cerca de 3.000)" e nalgumas zonas do país tem "professores a mais do que precisam", disse Luís Jacob.
Em Portugal perto de 30% das UTI foram criadas pelos próprios alunos, estando a maioria das universidades agregada a outra associação, Rotários, associações Culturais ou clube.
Ao longo dos tempos as faculdades autónomas têm perdido terreno em relação às integradas numa associação e autarquias, mas "o facto de estarem integradas numa estrutura não significa, em muitos casos, que os seniores não participem ativamente na gestão e organização da UTI", ressalva o responsável.
Luís Jacob lembrou que "o grande objetivo das faculdades seniores é social, um objetivo que é alcançado através da educação e da formação".
Mas há outros "grandes objetivos": o combate à solidão, ao sentido de inutilidade e à depressão, aprender e partilhar saberes.
Nesse sentido, sublinhou, "as universidades são um bom exemplo de envelhecimento ativo".
"Fizemos um estudo que revelou que os alunos das universidades seniores, em comparação com os outros idosos que não estão a trabalhar, são mais felizes, têm menos sintomas de depressão e consomem menos medicamento (em média, menos 20 por cento)", elucidou.
Fonte: Lusa
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