sexta-feira, 29 de março de 2013

Portugal é o quarto país europeu onde a terceira idade mais depende da população activa


Em 2012, a relação da população nacional com 65 anos ou mais que dependia da população activa era de 29,6%, a quarta maior da Europa a 27. Com uma taxa de relação maior só a Itália, a Alemanha e a Grécia.
Os últimos dados demográficos a nível europeu, divulgados esta terça-feira pelo Eurostat, mostram que Portugal é o quarto país da Europa onde a população com 65 anos, ou mais, depende mais da população activa, com uma relação de 29,6%, acima da média europeia. Em 1992, o rácio era de 20,9% e a nível europeu de 21,1%.

Na Europa a 27, a relação de dependência entre as duas faixas etárias é de 26,8%, com a Itália a liderar com 31,6%, seguida da Alemanha e Grécia, com 31,2% e 29,9%, respectivamente. No total, em 2012, por cada europeu com 65 anos ou mais havia quatro europeus que pertenciam à população activa.

No que toca à relação da dependência da população jovem, com menos de 15 anos, da população activa, em 2012, Portugal tinha um rácio de 22,5%, abaixo da média europeia, que se situa nos 23,4%. Há 20 anos atrás, a taxa era de 29,0%. No total, a relação de dependência que a população jovem e a terceira idade tem da população é de 52,1%.

Os dois indicadores confirmam a tendência de diminuição da natalidade e de aumento da esperança média de vida no país, nos últimos 20 anos. A nível europeu a tendência é a mesma. De acordo com os dados do Eurostat, em Janeiro de 2012 a população europeia era de 503,7 milhões, o que representa um crescimento de 6% comparado com 1992. No mesmo período temporal, a percentagem de população com 65 anos ou mais aumentou de 14% para 18%.

Tal como a estrutura etária da população está a mudar, os dados apontam também para uma mudança na estrutura familiar, influenciada por uma diminuição dos casamentos, aumento dos divórcios e o número de crianças nascidas fora do casamento que tem aumentado.

Em 2011, o número de casamentos por cada mil pessoas a nível europeu era de 4,4, número que decresceu nas últimas duas décadas. O padrão é seguido pela maioria dos países membros, onde Chipre tinha o maior número de casamentos por cada mil pessoas, 7,3, e a Bulgária o menor, 2,9. Portugal é o quarto país com menor número de casamentos. Em 2011, realizaram-se apenas 3,4 casamentos por cada mil habitantes.

Quanto aos divórcios, em 2011, Portugal registou 2,5 por cada mil pessoas. A nível europeu o número é de 1,9. Em 1990, o número de divórcios por cada mil habitantes europeus era de 1,6.

O decréscimo do número de casamentos está a reflectir-se num aumento do número de crianças nascidas fora do casamento. Há duas décadas, 17% dos nascimentos na Europa eram fora do casamento. Em 2011, o número aumentou para 40%. Em Portugal a percentagem é superior à média europeia. Em 2011, 42,8% dos nascimentos aconteceu fora do casamento.
Fonte: Negócios online

quinta-feira, 21 de março de 2013

Doação de palavras


"Não espere o momento perfeito. Se esperares o vento perfeito e condições climáticas perfeitas, nunca plantarás nada e nunca colherás nada" [Eclesiastes 11:4].

O MOMENTO PERFEITO É AGORA!

O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama "DOE PALAVRAS".

Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.

Você clica no link http://www.doepalavras.com.brescreve uma mensagem de otimismo, curta (como no Twitter) e ela aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento na sala de quimioterapia.

Não é incrível? Podemos ajudar milhares de pessoas, nossos irmãos, enquanto passam pelo tratamento, com nossas mensagens. Essa ajuda acontece de muitas formas: apoio, conforto, distração (ocupam o tempo que ali passam recebendo a quimio), reprogramação mental, otimismo e muitas outras. Algumas bem subliminares, mas muito efetivas.

Dizem que é linda a reação de esperança e a fé dos pacientes.

Participe não apenas hoje, mas todos os dias.

Doe um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos.

Custa quase nada, só um pouco do seu tempo, podendo trazer grandes benefícios aos que sofrem dessa doença que tem tratamento e efeitos colaterais terríveis, promovendo ou não a cura.

Apoio e mensagens de otimismo são um tratamento delicioso, sem efeitos colaterais negativos, ajudando muito na cura e no processo de apoio. É uma
 carícia positiva.

E então? Não economize palavras. Use-as nesse projeto maravilhoso. #doepalavras

Quanto mais pessoas souberem, mais esse remédio será difundido.
#doepalavras
Fonte: Espirit Book - Postado por MAURICIO DIAS