Exceptuando as doenças cerebrais específicas, existem outras razões que levam o indivíduo a utilizar menos o cérebro ou que contribuem para ele entrar em prejuízo funcional.
Há um estudo famoso realizado com freiras que passaram a vida num convento, obedecendo a uma rotina de vida bastante semelhante.
O objetivo era identificar comportamentos que explicassem por que algumas dessas mulheres tinham desenvolvido doença de Alzheimer e outras não.
Vários fatores foram eliminados visto que não distinguiam um grupo do outro.
Quando se analisou, porém, a monografia que essas jovens aos 20 anos escreviam ao entrar no convento, verificou-se que tiveram maior prevalência da doença de Alzheimer aquelas que redigiam de forma sistematizada, com frases curtas e limitando-se a passar a informação exigida de maneira precisa, porém lacônica.
Já as que utilizavam recursos de comparação, cujo texto era mais florido, mais rico em variações de estilo, tiveram menor prevalência da doença. Evidentemente isso não que dizer que o jeito de escrever determine quem vai ou não ficar doente.
Queremos mostrar que 50 ou 60 anos antes de a doença instalar-se, já existe um perfil de comportamento virado para a abertura e diversificação do raciocínio que favorece o desenvolvimento cerebral.
Portanto, o indivíduo que passa longo período da vida dedicado a atividades inespecíficas não estimula nem desenvolve do mesmo modo seu cérebro.
Isso vale para o cérebro, para o osso, para o músculo, para inúmeros outros órgãos e habilidades.
Um osso inerte é mais débil que um osso ativo.
Indivíduos saudáveis que utilizam predominantemente um lado do corpo têm ossatura mais desenvolvida desse lado.
Os tenistas, por exemplo, tem um lado do corpo com ossos mais densos, embora os dois lados sejam absolutamente normais.
O IMPORTANTE É SER ACTIVO FISICA E PSICOLÓGICAMENTE
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