Alimente-se de forma a contrariar o Alzheimer

Cuidado nutricional pode minimizar progressão da Doença de Alzheimer
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Uma dieta planejada pode reduzir a perda de peso devido ao esquecimento das refeições e prevenir deficiências nutricionais
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A Doença de Alzheimer faz parte do grupo de doenças neurológicas que mais atinge a população idosa, com maior prevalência em mulheres. Trata-se de uma doença progressiva, insidiosa, neurodegenerativa irreversível, que acomete principalmente maiores de 65 anos.
Sabe-se que o déficit cognitivo da Doença de Alzheimer tem como base a deficiência do neurotransmissor Acetilcolina, que interfere nas funções cognitivas, assim trazendo a deterioração mental do paciente.
O diagnóstico é difícil, pois é fácil confundir com outros distúrbios neurológicos. Não há cura, porém existem estratégias para minimizar o avanço da doença através de instruções ao paciente e aos cuidadores.
Os sinais e sintomas são: perda de memória, esquecimentos, confusões, dificuldades de comunicação e irritabilidade. Surgem descuidos com a aparência e a rotina torna-se complicada de ser mantida. Além disso, a alimentação também fica prejudicada, sendo um aspecto que merece atenção.
O cuidado nutricional para com o paciente com Alzheimer tem como objetivo reduzir a perda de peso ou o ganho excessivo devido ao esquecimento das refeições, prevenir deficiências nutricionais e minimizar a progressão da doença.
Dessa forma, seguem, abaixo, algumas sugestões para uma dieta adequada para pacientes com Alzheimer:
- Bem fracionada, adequada em vitaminas e oligoelementos*, branda (alimentos mais bem cozidos), alta densidade calórica, rica em fibras e principalmente apetitosa;
- Diversificada;
- Fracionada em vários horários ao longo do dia;
- Com alimentos bem temperados, pois favorecem a aceitação do paciente;
- Assistida, acompanhando o paciente durante a refeição e auxiliando-o nas dificuldades de mastigação, por exemplo;
- Realizada em ambiente calmo para as refeições, sem distrações à mesa;
- Preparada com poucos utensílios, próprios para o paciente;
- Minimizar o uso de panelas de alumínio nas preparações (estudos sugerem que o alumínio possa ter alguma associação com o desenvolvimento da doença).
É importante ressaltar que uma orientação completa deve ser feita pelo nutricionistaque irá orientar o paciente conforme o estágio da doença. Os cuidadores devem se revezar para auxiliar o paciente, de forma que estejam sempre descansados e com paciência.
Sabe-se que o déficit cognitivo da Doença de Alzheimer tem como base a deficiência do neurotransmissor Acetilcolina, que interfere nas funções cognitivas, assim trazendo a deterioração mental do paciente.
O diagnóstico é difícil, pois é fácil confundir com outros distúrbios neurológicos. Não há cura, porém existem estratégias para minimizar o avanço da doença através de instruções ao paciente e aos cuidadores.
Os sinais e sintomas são: perda de memória, esquecimentos, confusões, dificuldades de comunicação e irritabilidade. Surgem descuidos com a aparência e a rotina torna-se complicada de ser mantida. Além disso, a alimentação também fica prejudicada, sendo um aspecto que merece atenção.
O cuidado nutricional para com o paciente com Alzheimer tem como objetivo reduzir a perda de peso ou o ganho excessivo devido ao esquecimento das refeições, prevenir deficiências nutricionais e minimizar a progressão da doença.
Dessa forma, seguem, abaixo, algumas sugestões para uma dieta adequada para pacientes com Alzheimer:
- Bem fracionada, adequada em vitaminas e oligoelementos*, branda (alimentos mais bem cozidos), alta densidade calórica, rica em fibras e principalmente apetitosa;
- Diversificada;
- Fracionada em vários horários ao longo do dia;
- Com alimentos bem temperados, pois favorecem a aceitação do paciente;
- Assistida, acompanhando o paciente durante a refeição e auxiliando-o nas dificuldades de mastigação, por exemplo;
- Realizada em ambiente calmo para as refeições, sem distrações à mesa;
- Preparada com poucos utensílios, próprios para o paciente;
- Minimizar o uso de panelas de alumínio nas preparações (estudos sugerem que o alumínio possa ter alguma associação com o desenvolvimento da doença).
É importante ressaltar que uma orientação completa deve ser feita pelo nutricionistaque irá orientar o paciente conforme o estágio da doença. Os cuidadores devem se revezar para auxiliar o paciente, de forma que estejam sempre descansados e com paciência.
Fonte: Portal da 3ª Idade
Técnica em Nutrição e Dietética pelo Centro Paula Souza e estudante de Nutrição da Universidade Federal do Triângulo Mineiro
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